Apresentado 1º Estudo de Hipertensão na Grávida em Portugal
"Seis por cento das grávidas portuguesas sofre de hipertensão, revela primeiro estudo português sobre a incidência tensão arterial alta durante a gestação. Uma condição que pode levar ao nascimento prematuro e morte fetal.
A hipertensão ou pressão arterial alta pode ser caracterizada pela hipertensão crónica em que está presente antes da gravidez, por hipertensão gestacional, pré-eclampsia, pré-eclampsia sobreposta e eclampsia. Porque as condições hipertensivas podem ter riscos acrescidos para a mulher e para o feto e custos avultados para o sistema de saúde, uma equipa de investigadores do Núcleo Português de Estudo da Hipertensão em Grávidas desenvolveu o ‘1º Estudo de Hipertensão na Grávida em Portugal’.
(...)
Apesar das causas serem ainda desconhecidas, existem algumas mulheres que têm à partida riscos mais acrescidos de vir a desenvolver hipertensão na gravidez, como aquelas que apresentam um alto índice de massa corporal, sofrem de obesidade e diabetes.
Para estas mulheres é aconselhável uma consulta pré-natal o mais rapidamente possível, sendo que «as grávidas com hipertensão crónica o ideal é que recorressem a uma consulta de pré-concepção, onde se pudesse fazer um planeamento da gravidez, intervenções no estilo de vida e modificação na terapêutica», afirma Filomena Cardoso e acrescenta que estas são «situações que podem diminuir o risco de complicações durante a gravidez».
Para além das complicações ao longo da gravidez, quer na mulher quer no feto, como a prematuridade antes das 32 semanas, a restrição do crescimento intra-uterino, a morte fetal ou até materna, a hipertensão na gravidez pode vir a ter um forte impacto ao longo da vida da mulher e da criança.
Ao longo da vida, as crianças que nascem prematuramente têm maior risco de vir a desenvolver hipertensão e obesidade abdominal e na mãe esta condição pode ser recorrente no período pós-menopausa, devido à ausência do efeito protector dos estrogénios, aumentando o risco acrescido de doenças cardiovasculares." _ in www.tvciência.pt
A hipertensão ou pressão arterial alta pode ser caracterizada pela hipertensão crónica em que está presente antes da gravidez, por hipertensão gestacional, pré-eclampsia, pré-eclampsia sobreposta e eclampsia. Porque as condições hipertensivas podem ter riscos acrescidos para a mulher e para o feto e custos avultados para o sistema de saúde, uma equipa de investigadores do Núcleo Português de Estudo da Hipertensão em Grávidas desenvolveu o ‘1º Estudo de Hipertensão na Grávida em Portugal’.
(...)
Apesar das causas serem ainda desconhecidas, existem algumas mulheres que têm à partida riscos mais acrescidos de vir a desenvolver hipertensão na gravidez, como aquelas que apresentam um alto índice de massa corporal, sofrem de obesidade e diabetes.
Para estas mulheres é aconselhável uma consulta pré-natal o mais rapidamente possível, sendo que «as grávidas com hipertensão crónica o ideal é que recorressem a uma consulta de pré-concepção, onde se pudesse fazer um planeamento da gravidez, intervenções no estilo de vida e modificação na terapêutica», afirma Filomena Cardoso e acrescenta que estas são «situações que podem diminuir o risco de complicações durante a gravidez».
Para além das complicações ao longo da gravidez, quer na mulher quer no feto, como a prematuridade antes das 32 semanas, a restrição do crescimento intra-uterino, a morte fetal ou até materna, a hipertensão na gravidez pode vir a ter um forte impacto ao longo da vida da mulher e da criança.
Ao longo da vida, as crianças que nascem prematuramente têm maior risco de vir a desenvolver hipertensão e obesidade abdominal e na mãe esta condição pode ser recorrente no período pós-menopausa, devido à ausência do efeito protector dos estrogénios, aumentando o risco acrescido de doenças cardiovasculares." _ in www.tvciência.pt


0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial